
The Voice é uma megaprodução da NBC que reúne quatro grandes
nomes da música mundial que selecionam artistas que cantaram por eles formando
seu time, cada season finale ganha é um ponto para o treinador do time, no
caso, o artista em questão. Isso é uma síntese porca e mal escrita do
funcionamento do reality show, mas se você está lendo este post em especifico é
por que no fim das contas já assiste e conhece o funcionamento de tal.
No último dia 8 de Maio (terça-feira) foi a final da segunda temporada do novo campeão de audiência entre os realities shows musical estudienses e foi uma lindeza (risos). No final das contas o que interessa de verdade, que é o talento e as pessoas estão ali competindo, se sobressaiu a todo o drama que uma palavra como “bitch” pode trazer ao penúltimo episódio dessa season, segundo fonte, afirma-se que a treinadora Christina Aguilera se sentiu ofendida com o trecho da canção que Tony Lucca (participante finalista do conhecido Team Adam) cantaria como aquela seria capaz de faze-lo faturar o contrato com a Republic Records. A canção em questão era “99 problems” (Jay Z) e a “Bitch” em questão fazia parte do trecho “I got 99 problems but that bitch ain't one”, assim Mama Xtina se sentiu repreendida por razões anteriores de mal estar com o Senhor (que a fonte alega não ser uma pessoa lá muito madura e fácil de trabalhar) Adam Levine. Christina pediu para que substituísse “Bitch” por “Chick”, Adam diz que não, Christina pediu a cabeça do Adam (demissão) para garantir sua permanência como uma das treinadoras da próxima temporada e no fim das contas o tal “Bitch” não saiu de forma alguma, e Tony Lucca foi quem teve que engolir a palavrinha censurada a cada vez que a música passava pelo trecho da discórdia. O penúltimo programa do show foi um desconforto, para quem tinha e não conhecimento dos acontecimentos, a verdade é que colocar quatro grandões da música no mesmo palco e não esperar com que certa disputa de ego comece e ser um tanto ingênuo, mas como eu disse anteriormente, felizmente nenhum desses acontecimentos foram capazes de nublar o talento dos quatro finalistas do programa, ainda no penúltimo episódio foram ótimas performances com standing ovation para Jermaine Paul que ganhou de presente de seu treinador (Blake Shelton), a cartada que ele vinha guardando no fundo dos bolsos de suas camisas flaneladas, a mais que emocional “I Belive I Can Fly”. Ficou claro que quem quisesse bater esse cara tinha que agarrar a sua canção e canta-la com sangue nos olhos. A única participante que foi capaz de fazê-lo foi a rocker, Juliet Simms, a quem Cee Lo deu Free Bird para que angariasse votos para a final. Embora Carson Daily tenha dito ao fim do programa para que as pessoas se baseassem apenas nas apresentações de seus candidatos para votar o publico não deixaria passar despercebido o constrangimento de Diva entre Aguilera e Levine, Adam tentou falando como ele e Tony são amigões e se completavam musicalmente e Christina chegou ao ponto de grita que Chris Mann sim que era um homem de verdade, mas no fim das contas Jermaine Paul e Juliet Simms foram os destaques da noite. E isso se repetiu na final, Jarmanie que já foi background de Alicia Keys e fez de sua participação no reality uma tentativa de provar (e a inevitavelmente comprovar) que ele não era mais um cantor de background, chamou para se juntar a ele no palco quatro ex-participantes do programa (o muito bom, mas pouco consistente Pip. O linear James Masone e o queridinho de todos Jamar Rogers) para cantar o clássico do Jackson 5, I Want You Back, o que foi o épico número 1 da noite, seria a melhor apresentação em conjunto de toda a temporada se Juliet Simms não tivesse saído do programa da mesma forma que entrou, com uma Beatles song. E olha, com Beatles não tem como errar! Juliet fez no palco um mistura super inusitada de participantes em uma apresentação pra lá de pessoal de With A Little Help From My Friends na companhia de Erin Willett (Blues/Jazz), Raelynn (Country) e mais uma vez o queridão Jamar Rogers(Hip Pop). Era um tudo ou nada e foi um muito mais. Quem também causou arrepios foi Chris Mann que chamou ao palco as duas participantes mais injustiçadas (Lindsey Pavao e Katrina Parker) de toda a temporada para unir vozes e canta o clássico da banda inglesa The Verve, sem ressalvas para Toni Lucca, embora sua convidada tenha sido Jordis Unga (com seu puta power vocal), nem a havaiana foi capaz de levantar a péssima escolha de música.
O último episódio foi assim, vieram ao palco todos que deixaram sua marca durante a temporada e aqueles que não foram capazes permaneceram esquecidos (como Erin Martin ou Karla Davis). Durante todo o último episódio, Carson chamava vídeos que mostravam como as coisas eram amigáveis e felizes entre os treinadores do show, uma simples tentativa de fazer o público esquecer o evento rainha de copas de Mama Xtina, não sei se funcionou, o que posso dizer é que comigo não. Achei tudo muito forçado, menos as partes referentes ao beberrão Blake Shelton que é o maior boa gente da coisa toda.
O vencedor da coisa toda foi Jarmaine Paul, não fiquei surpresa, “I Belive I Can Fly” foi uma das cartadas mais inteligentes que um dos técnicos já deu. Minha chateação fica por conta de Juliet Simms que foi a candidata mais consistente do todo o programa, isso na minha mais sem técnica capacidade de dizer, a melhor participante da coisa toda. É como Adam Levine disse em algum momento da temporada, ganhar o The Voice é o de menos as pessoas já sabem quem vocês são, a maior prova viva disso é Dia Frampton (minha participante preferida da primeira temporada e também segundo lugar) que está a frente de… Esqueci o nome do vencedor da primeira temporada (verdade!), nas paradas.
O top quatro do The Voice season 2 ficou em 4º lugar com Chris Mann, o cara que colocou a américa para ouvir opera(?). 3º lugar com Toni Lucca, o amigão do Adam Levine (super talentoso que deve já deve ter um CD de Folk/Indie/Pop engatilhado), 2º para a roqueira lindona e sexy Juliet Simms, quem aposto ser a Dia Frampton dessa temporada e 1º para Jarmaine Paul, aquele que não é um cantor de background. Não fiquei satisfeita com a final, mas entendo. A coisa toda na minha cabeça contava com uma mobilização Girl Power onde Raelynn, Lindsey Pavao, Juliet Simms e Katrina Parker formavam os finalistas, mas é a vida… “I wish I were pretty, I wish I were brave, If I owned this city, Then I'd make it behave…” xD
No último dia 8 de Maio (terça-feira) foi a final da segunda temporada do novo campeão de audiência entre os realities shows musical estudienses e foi uma lindeza (risos). No final das contas o que interessa de verdade, que é o talento e as pessoas estão ali competindo, se sobressaiu a todo o drama que uma palavra como “bitch” pode trazer ao penúltimo episódio dessa season, segundo fonte, afirma-se que a treinadora Christina Aguilera se sentiu ofendida com o trecho da canção que Tony Lucca (participante finalista do conhecido Team Adam) cantaria como aquela seria capaz de faze-lo faturar o contrato com a Republic Records. A canção em questão era “99 problems” (Jay Z) e a “Bitch” em questão fazia parte do trecho “I got 99 problems but that bitch ain't one”, assim Mama Xtina se sentiu repreendida por razões anteriores de mal estar com o Senhor (que a fonte alega não ser uma pessoa lá muito madura e fácil de trabalhar) Adam Levine. Christina pediu para que substituísse “Bitch” por “Chick”, Adam diz que não, Christina pediu a cabeça do Adam (demissão) para garantir sua permanência como uma das treinadoras da próxima temporada e no fim das contas o tal “Bitch” não saiu de forma alguma, e Tony Lucca foi quem teve que engolir a palavrinha censurada a cada vez que a música passava pelo trecho da discórdia. O penúltimo programa do show foi um desconforto, para quem tinha e não conhecimento dos acontecimentos, a verdade é que colocar quatro grandões da música no mesmo palco e não esperar com que certa disputa de ego comece e ser um tanto ingênuo, mas como eu disse anteriormente, felizmente nenhum desses acontecimentos foram capazes de nublar o talento dos quatro finalistas do programa, ainda no penúltimo episódio foram ótimas performances com standing ovation para Jermaine Paul que ganhou de presente de seu treinador (Blake Shelton), a cartada que ele vinha guardando no fundo dos bolsos de suas camisas flaneladas, a mais que emocional “I Belive I Can Fly”. Ficou claro que quem quisesse bater esse cara tinha que agarrar a sua canção e canta-la com sangue nos olhos. A única participante que foi capaz de fazê-lo foi a rocker, Juliet Simms, a quem Cee Lo deu Free Bird para que angariasse votos para a final. Embora Carson Daily tenha dito ao fim do programa para que as pessoas se baseassem apenas nas apresentações de seus candidatos para votar o publico não deixaria passar despercebido o constrangimento de Diva entre Aguilera e Levine, Adam tentou falando como ele e Tony são amigões e se completavam musicalmente e Christina chegou ao ponto de grita que Chris Mann sim que era um homem de verdade, mas no fim das contas Jermaine Paul e Juliet Simms foram os destaques da noite. E isso se repetiu na final, Jarmanie que já foi background de Alicia Keys e fez de sua participação no reality uma tentativa de provar (e a inevitavelmente comprovar) que ele não era mais um cantor de background, chamou para se juntar a ele no palco quatro ex-participantes do programa (o muito bom, mas pouco consistente Pip. O linear James Masone e o queridinho de todos Jamar Rogers) para cantar o clássico do Jackson 5, I Want You Back, o que foi o épico número 1 da noite, seria a melhor apresentação em conjunto de toda a temporada se Juliet Simms não tivesse saído do programa da mesma forma que entrou, com uma Beatles song. E olha, com Beatles não tem como errar! Juliet fez no palco um mistura super inusitada de participantes em uma apresentação pra lá de pessoal de With A Little Help From My Friends na companhia de Erin Willett (Blues/Jazz), Raelynn (Country) e mais uma vez o queridão Jamar Rogers(Hip Pop). Era um tudo ou nada e foi um muito mais. Quem também causou arrepios foi Chris Mann que chamou ao palco as duas participantes mais injustiçadas (Lindsey Pavao e Katrina Parker) de toda a temporada para unir vozes e canta o clássico da banda inglesa The Verve, sem ressalvas para Toni Lucca, embora sua convidada tenha sido Jordis Unga (com seu puta power vocal), nem a havaiana foi capaz de levantar a péssima escolha de música.
O último episódio foi assim, vieram ao palco todos que deixaram sua marca durante a temporada e aqueles que não foram capazes permaneceram esquecidos (como Erin Martin ou Karla Davis). Durante todo o último episódio, Carson chamava vídeos que mostravam como as coisas eram amigáveis e felizes entre os treinadores do show, uma simples tentativa de fazer o público esquecer o evento rainha de copas de Mama Xtina, não sei se funcionou, o que posso dizer é que comigo não. Achei tudo muito forçado, menos as partes referentes ao beberrão Blake Shelton que é o maior boa gente da coisa toda.
O vencedor da coisa toda foi Jarmaine Paul, não fiquei surpresa, “I Belive I Can Fly” foi uma das cartadas mais inteligentes que um dos técnicos já deu. Minha chateação fica por conta de Juliet Simms que foi a candidata mais consistente do todo o programa, isso na minha mais sem técnica capacidade de dizer, a melhor participante da coisa toda. É como Adam Levine disse em algum momento da temporada, ganhar o The Voice é o de menos as pessoas já sabem quem vocês são, a maior prova viva disso é Dia Frampton (minha participante preferida da primeira temporada e também segundo lugar) que está a frente de… Esqueci o nome do vencedor da primeira temporada (verdade!), nas paradas.
O top quatro do The Voice season 2 ficou em 4º lugar com Chris Mann, o cara que colocou a américa para ouvir opera(?). 3º lugar com Toni Lucca, o amigão do Adam Levine (super talentoso que deve já deve ter um CD de Folk/Indie/Pop engatilhado), 2º para a roqueira lindona e sexy Juliet Simms, quem aposto ser a Dia Frampton dessa temporada e 1º para Jarmaine Paul, aquele que não é um cantor de background. Não fiquei satisfeita com a final, mas entendo. A coisa toda na minha cabeça contava com uma mobilização Girl Power onde Raelynn, Lindsey Pavao, Juliet Simms e Katrina Parker formavam os finalistas, mas é a vida… “I wish I were pretty, I wish I were brave, If I owned this city, Then I'd make it behave…” xD
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