Está acabando pra mal ou pra bem… Glee é odiada e amada e por motivos impares, mas é inegável como Ryan Murphy é revolucionário com a sua ideia de um show de TV musical. Glee está dando adeus a sua primeira geração de protagonistas, seus meteóricos atores descobertos pela produção do show estão dando tchau aos seus personagens infames que representam de forma jocosa e ácida a “hierarquia” do corpo estudantil norte-americano. Desde o primeiro episódio dessa terceira temporada tenho tido fortes criticas a um certo desleixo no roteiro de Murphy, as falas passaram de puro comentários sarcástico para simples piadas e mal gosto e o show acabou por se tornar um aglomerado de diálogos bobos que levava de uma canção a outra, foram cansativos 15 episódios nesse ritmo que para pessoas como eu (que invés de odiar a série optou por amar e respeitar) questionar se aquele show era realmente válido de se manter em uma watchlist (seriadores sabem bem o que estou falando). Mas para minha alegria o show volta a seu eixo nos dois últimos episódios exibidos o que é ótimo por que agora a única coisa que sinto com a season finale que se aproxima é uma gigantesca melancolia por ter que me despedir dessa geração de personagens infames e adoráveis. É como a canção que virou hino da série clama desde seu primeiro episódio “Don't Stop Believin'”, e além de não deixar de acreditar ainda sou uma brasileira de carteirinha e como Raul Seixas já cantou, sempre tento outra vez.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
...sobre a season finale de Glee que se aproxima.
Está acabando pra mal ou pra bem… Glee é odiada e amada e por motivos impares, mas é inegável como Ryan Murphy é revolucionário com a sua ideia de um show de TV musical. Glee está dando adeus a sua primeira geração de protagonistas, seus meteóricos atores descobertos pela produção do show estão dando tchau aos seus personagens infames que representam de forma jocosa e ácida a “hierarquia” do corpo estudantil norte-americano. Desde o primeiro episódio dessa terceira temporada tenho tido fortes criticas a um certo desleixo no roteiro de Murphy, as falas passaram de puro comentários sarcástico para simples piadas e mal gosto e o show acabou por se tornar um aglomerado de diálogos bobos que levava de uma canção a outra, foram cansativos 15 episódios nesse ritmo que para pessoas como eu (que invés de odiar a série optou por amar e respeitar) questionar se aquele show era realmente válido de se manter em uma watchlist (seriadores sabem bem o que estou falando). Mas para minha alegria o show volta a seu eixo nos dois últimos episódios exibidos o que é ótimo por que agora a única coisa que sinto com a season finale que se aproxima é uma gigantesca melancolia por ter que me despedir dessa geração de personagens infames e adoráveis. É como a canção que virou hino da série clama desde seu primeiro episódio “Don't Stop Believin'”, e além de não deixar de acreditar ainda sou uma brasileira de carteirinha e como Raul Seixas já cantou, sempre tento outra vez.
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